Archive for the ‘Valores para a vida !’ Category

O VALOR DA SENSIBILIDADE

23 outubro, 2008

   Estava eu fazendo em pleno domingo um almoço para minha mulher, porque sem ter como explicar ela tinha se machucado e estava impossibilitada de fazer algo.Perto das duas horas eu a chamo:

– O almoço já esta pronto.

– Estou indo

Logo chega minha mulher com cara brava.

– O que aconteceu?

– Não quero falar.

   Estávamos quase acabando o almoço e nada de conversa. Estava esperando ela dizer algo sobre meu almoço ou sobre outra coisa. Tentando puxar assunto eu pergunto:

– Como estava a comida? Você não quis repetir.

– Está péssima, você serve para outras coisa, mas para cozinhar não.

– Você não tem sensibilidade, não? Não consegue fazer nenhum elogio?

  Bravo, saio da sala de jantar e vou direto para a sala de televisão. Logo ela chega quieta, pois era muito estressada. Vou para o quarto e fico lá todo o dia. Amanhece,vou para o trabalho …Quando chego, encontro uma carta na minha mesa assinada com o nome de minha mulher.

Pedro,

   Estou muito triste pelo que aconteceu ontem. Acho que estou muito estressada e sem noção. Estou vendo o esforço que faz por mim. Peço desculpas.

   Cá entre nós, você é um péssimo cozinheiro, mas eu te amo muito.

P.S : Lucia, Eu te amo.

clip_image001

Felippe

Nikolas

Anúncios

LIÇÕES DE VIDA

21 outubro, 2008

    Mary Jane, uma mulher nascida em uma família muito rica, não sabia o que era batalhar na vida. Como era muito preconceituosa, não se misturava com pessoas pobres ou mulatas.

clip_image002    No mês de julho foi viajar para França e em uma mala estava levando 50 mil reais para poder comprar muitas roupas e acessórios. Já que tinha chegado muito cedo ao aeroporto de Guarulhos, foi ao restaurante e, ao sair, esqueceu a mala com todo o dinheiro. clip_image004

 

    João Batista era faxineiro do aeroporto, muito humilde e valorizava cada centavo que conquistava na vida.

    Mesmo tendo muito cuidado com seu salário, tinha ficado muito endividado com o banco e, inclusive, com um amigo que deveria pagá-lo dali há duas semanas no máximo. Além do problema financeiro, sofria de preconceito de certas pessoas no seu dia – a – dia.

clip_image006    Em um dia normal de seu trabalho, limpando o restaurante do aeroporto, encontrou uma mala. A tal mala de Mary Jane. Não havia ninguém da segurança no local, por isso abriu à procura de documentos. Ao abrir, levou um susto com a grande quantidade de dinheiro. E resolveu levá-la para casa.

    Seu primeiro pensamento foi utilizar o dinheiro para pagar suas dívidas, reformar sua casa que estava em péssimas condições e ajudar sua família.

clip_image007    Ao contar o que tinha acontecido aos seus familiares, todos quiseram que ficasse com o dinheiro. Porém, o bom coração e a consciência de João não o deixaram agir desse jeito. Então, decidiu que levaria o dinheiro de volta ao seu dono.

Chegando ao aeroporto, Mary Jane reconheceu sua mala e foi logo acusando João.

clip_image009    Rapidamente, a polícia o cercou. Mesmo explicando mil vezes o que havia acontecido, a mulher se recusava a acreditar e aceitar a mala de volta sem confusões. Porém, Ronaldo, chefe geral do aeroporto que conhecia muito bem o caráter de seu funcionário, acreditou nele e convenceu todos que tudo foi um mal entendido. Mary não aceitou as desculpas por saber que João era pobre. Então ele falou:

– Não importa minha roupa, minha situação financeira ou minha cor, o que importa é a minha honestidade. Todos aplaudiram. Abismada e se sentindo um pouco humilhada, quis dar 20 mil reais de recompensa. Mas João não aceitou, pois saber que fez o certo já era sua recompensa.

Ana Carolina Felix

Sayuri Corzzini

AMIGAS PARA SEMPRE

21 outubro, 2008

   Débora e Júlia eram amigas de infância e vizinhas até que Débora se mudou para outro bairro, mas continuaram a estudar juntas.

   Mais um ano letivo havia começado e um garoto novo tinha começado a estudar lá.As duas passaram a gostar dele. Em maio,Débora resolveu fazer uma festa para comemorar seu aniversário e é lógico que convidou Julia.

   Na festa, todos estavam chegando, menos o garoto. Quando ele chegou, pediu para conversar com Júlia e esta aceitou.

   Eles passaram o resto da festa dançando e conversando. No dia seguinte, Júlia contou para Débora que ela estava saindo com o tal garoto, mas que havia um problema,ela disse que teria que escrever cartas de amor para ele. Pediu a ajuda da amiga Débora, para não parecer idiota na frente dele.

   Durante muitos meses,isso se repetiu. Débora ficava com um pouco de ciúmes da amiga,mas pensava: “antes como amiga do que como inimiga.”

   Um dia,ele ouviu as duas conversando sobre as cartas. Então, concluiu que não era da Júlia que ele gostava e sim da Débora. Entendeu que a Débora conseguia manipular eles dois, podia fazer com que ele a amasse ou não.

   No próximo dia de aula, ele acabou terminando com Júlia e pediu para ficar com Débora, que não aceitou seu pedido. Preferiu ficar ao lado da amiga. Então Júlia disse: “Agora sim você é minha amiga. E aí passou a entender o verdadeiro valor da amizade!!

clip_image001

Camila.A

Beatriz.A

Mariana

O VALOR DA ÉTICA

21 outubro, 2008

   Meu nome é Manuella, tenho hoje 35 anos. Trabalho em um hospital no qual sou bem sucedida. Sou médica já faz 10 anos e aprendi muito ao longo desse tempo. Eu vou contar uma história que aconteceu comigo, em uma época que eu ainda estava no começo de minha profissão.

   Naquela época estava com 25 anos de idade, fazendo curso de enfermagem. Trabalhava como auxiliar de médicos cirurgiões também. Na maioria das vezes, acompanhava o mesmo médico nas cirurgias. O nome dele era Henrique. Era um excelente médico, que tinha muita responsabilidade e era certo no que fazia, afinal da contas, tinha a vida de pessoas em suas mãos. Dr. Henrique era muito invejado pelos médicos da região.

   Certa vez, tinha em suas mãos uma situação muito delicada. Havia um paciente que precisaria ser operado imediatamente, porém havia perdido muito sangue no trajeto vindo do hospital. O Dr. Henrique foi às pressas tentar salvar a vida desse pobre homem, fez o possível para que o pior não acontecesse.

   Horas depois, logo após a operação, teve de dar a pior das notícias, o homem acabara de morrer. Os parentes inconformados com o ocorrido começaram a fazer escândalos no hospital, queixando-se de que o Dr. Henrique não poderia tê-lo deixado morrer. E era o melhor médico da região. Foi esse o motivo para a família tê-lo levado para aquele hospital tão caro. Tinham muita esperança de que o Dr. Henrique poderia salvar mais uma vida.

   Henrique sempre paciente, pois estava acostumado com esse tipo de situação, só lamentou o acontecimento.

   Acompanhei o caso de perto e sabia que o médico havia dado o melhor de si.

   Um médico que era conhecido também, porém não tão quanto o Dr. Henrique, ficou sabendo desse escândalo dessa pobre família, que não tinha condições o suficiente para pagar e ofereceu ajuda, na intenção de ficar com a fama de um bom médico solidário. Esse médico invejoso era Dr. Ricardo e tinha o mesmo tempo de experiência que o Henrique, por isso tinha muita inveja dele.

   Depois disso, foi para o hospital em que Dr. Henrique trabalhava, falar com uma das pessoas que estavam na sala de operação para saber do ocorrido.

   Encontrou-se comigo, começamos a conversar. Defendi o tempo todo o Dr. Henrique, meu companheiro de trabalho. Dr. Ricardo sabendo que o Dr. Henrique não tinha errado, resolveu subornar-me a depor em um jornal conhecido contra o Dr. Henrique, dizendo que errou durante a cirurgia. Ofereceu 10.000,00 reais. Muito confusa, resolvi pensar e disse que responderia mais tarde e que iria procurá-lo quando tivesse decidido sobre o assunto. Pensei, pensei, e decidi que iria aceitar. Fui com a família do morto e o Dr. Ricardo ao jornal. Conseqüentemente, o Dr. Henrique havia sido prejudicado e nunca mais havia sequer tido uma palavra comigo.

   Depois disso me arrependi profundamente em ter feito esse estrago na vida de meu companheiro de trabalho e percebi que foi a pior coisa que havia feito. Não tive ética em ser verdadeira, não tive ética em aceitar o dinheiro. Hoje perdi a amizade de Henrique. Esse foi o preço pago pela minha falta de ética, mas aprendi a lição e hoje estou no auge de minha carreira.

Carolina Yukari

Guilherme Valério

Mike Sampaio

O VALOR DA HONESTIDADE

21 outubro, 2008

 

      Era uma vez uma menina que se chamava Gabriela. Ela tinha olhos verdes, cabelos pretos e uma pele branca, até parecia a Branca de neve. Estudava em uma escola de alto nível de educação e dinheiro também! Sua vida ia muito bem, até que começaram as aulas, entraram pessoas novas e também saíram antigos amigos seus. Em sua sala, dos que permaneceram havia quinze e mais seis novos. Desses quinze que permaneceram, estavam: Carol, Felippe, Sayuri, Eduardo, Nickolas, Bárbara, Beatriz, Camila, Juliana, Luisa, Thiago, Guilherme, Igor, Ana Carolina e Gabriela!! Entre os novos tinham: Gabriel, Bruno, Fernanda, Marina e Joca!

      Desses seis novos, Gabriel e Bruno eram os mais bonitos de sua sala. Então Gabriela começou a jogar seu charme para cima de Bruno, que por sua vez não estava nem aí para ela.

      Passou um tempinho e Gabriela estava lá, firme e forte jogando seu charme. E ele já estava quase gostando de Gabriela. Juliana, uma de suas amigas, convidou todos para uma festa em sua casa. A festa começaria às 18h e terminaria à meia noite.

      Já no meio da festa, estavam todos dançando, quando Bruno de repente chegou em Gabriela e pediu para que namorassem. Todos ficaram surpresos. Ela, sem pensar, logo aceitou. Então se beijaram.

      A festa continuou normalmente. No dia seguinte, na escola, Bruno não foi devido a um resfriado; então, Gabriel aproveitou para falar com Gabriela. Pediu-lhe para que fossem a um lugar mais reservado, pois tinha um assunto importante para tratar com ela. Gabriela, inocente, foi atrás dele. Quando chegaram na sala, Gabriel agarrou Gabi. Todos que passaram lá, viram os dois juntos. No outro dia, todos contaram o caso para Bruno que não perdeu tempo e foi logo falar com Gabriela:

– Que história é essa de que você beijou o Gabriel?!

– Já foram lhe contar isso! Meu Deus!!

– Já, então pode tratar de ir falando!

– Tá, então foi assim: O Gabriel pediu para que fôssemos para um lugar mais reservado, porque tinha um assunto sério para tratar comigo e eu fui. Quando chegamos lá, ele me agarrou. Eu tentei sair, mas ele é mais forte que eu. Foi só isso,eu juro.

– Você não me convenceu muito!

– Prefere acreditar no seu amigo a acreditar em mim!?

– Nós somos amigos desde pequenos e você eu só conheço há três meses!

– Só três meses! Olha se você não quer acreditar em mim tudo bem, mas fique sabendo que eu fui bem sincera! Está tudo acabado entre nós.

– Por mim tudo bem

    Passaram– se duas semanas e Bruno foi ficando cada vez mais triste, pois não tinha ninguém ao seu lado. Por isso chegou em Gabriela, pediu– lhe desculpas e pediu também para que voltassem. Ela disse que sim. Então se abraçaram. E ficaram felizes pois tinham um ao outro.

Juliana Mello

O VALOR DO TESOURO

21 outubro, 2008

 

   Caio era um homem simples, com muitas qualidades, que viveu por muito tempo às custas de seu irmão que era um rico produtor. Quando seu irmão morreu, ele herdou tudo, plantações e dinheiro.

   Com essa vida de homem rico, ele foi se acostumando, tinha tudo o que queria por conta de seu dinheiro. Então, ele resolveu arranjar uma mulher para ter filhos, ensiná-los a não viver como ele vivia ultimamente.

   Seus filhos cresceram e infelizmente viraram riquinhos esnobes. Caio sempre tentou fazer com que eles fossem humildes.

   Depois de algum tempo, Caio adoeceu, ficou quase em coma por dias, teve tempo de escrever uma carta antes de falecer : “Queridos filhos, quero dizer que sempre quis educá-los como quaisquer crianças simples, fazê-los humildes, mas acho que não deu muito certo, então terei de ensiná-los de outra forma: Há em minhas plantações um tesouro muito valioso, mas vocês terão que achá-lo debaixo da Terra.”

   Seus filhos ao lerem a carta, começaram a cavar a terra para achar o tesouro. De repente, observaram que as plantações estavam cada vez mais bonitas. Então, perceberam que com a história do tesouro, seu pai fez com que eles cavassem a terra, deixando-a mais fértil, fazendo a plantação mais bela e rica.

Eduardo  

Luisa

O VALOR DA LIBERDADE

21 outubro, 2008

 

  Rafaela era uma menina de apenas 15 anos, vivia na cidade de São Paulo e morava com sua mãe Márcia.

  Márcia trabalhava o dia todo e quase não tinha tempo para Rafaela mas mesmo assim, não dava liberdade à filha.

  Cansada de ficar sempre presa em casa, Rafaela decidiu sair com as amigas para a balada, escondida de sua mãe. Lá, conheceram três meninos que as chamaram para um barzinho no fim da noite. Elas, ingênuas, aceitaram.

  Chegando lá, os meninos lhes ofereceram maconha. Elas aceitaram, cansadas de sempre fazerem o que é certo, viciando-se cada vez mais.

  Um dia Márcia estava no trabalho, quando recebeu uma ligação da delegacia, a qual informava que sua filha havia sido presa por consumo de drogas, fazendo-a assim, desabar em lágrimas. Ficou indignada, pois trabalhava duro, de segunda a segunda para dar uma vida digna à sua filha e foi isso que recebeu em troca. Toda confiança que depositava em Rafaela foi por água abaixo.

  Chegando à delegacia, mãe e filha se encontraram. Rafaela estava aos prantos. Foram pra casa e, após algum tempo, decidiram conversar e as palavras de Rafaela foram as seguintes: “  Mãe,me desculpe, eu não agi certo. A senhora confiava em mim e eu quebrei essa confiança e agora entendo o seu motivo de não me dar tanta liberdade, pois pelo mundo existem coisas que não conhecia e com as quais não sabia lidar. Eu sei que posso ser feliz com coisas simples e que o importante é me divertir, independente do modo que seja.Fugi de casa, pois estava cansada de sempre me sentir presa e por isso menti. Acho que agora com isso, aprendemos uma lição de que você poderá me ” libertar ”  fazendo com que eu aprenda o que é certo e o que é errado.

  Após horas de conversa, as duas se entenderam e a lição foi aprendida pelas duas partes.

clip_image001

Bárbara

Beatriz R.

IMAGINAÇÃO.

21 outubro, 2008

 

  O telefonema pegou-a de surpresa. Atendeu com paciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense numa noite de ventania. O sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a contragosto.

– Alô?

– Dona Eduarda?

– Sim, pois não?

– Posso falar com o doutor Henrique?

  Eduarda achou estranho a secretária de seu marido ligar aquela hora da noite, mas respondeu com tranqüilidade que não, sabia que seu marido não seria capaz de traí-la. Ou seria?

  Desligou o telefone. Minutos depois começou a questionar-se sobre a fidelidade do marido. Pensou: ” É comum as secretárias terem casos com seus chefes, mas Henrique sempre foi tão fiel. Mas, e que outro motivo ela teria para ligar tão tarde da noite se não para,sei lá, marcar um encontro? Ou…será que ela está grávida?”

  Eduarda começou a imaginar milhares de coisas, até chegar a uma decisão: “Isso não vai ficar assim!” – pensou ela  “Darei o troco na mesma moeda! Com o amigo dele!”

  Imediatamente se trocou, jogou o livro que estava lendo pela janela e chamou um velho amigo de Henrique para jantar com ela.

  Muitas coisas aconteceram e algumas foram presenciadas por Henrique que chegara tarde em casa, pois houve uma emergência em sua clínica.

  Como já era de se esperar, eles acabaram se separando. Henrique nunca entendeu o motivo da traição de Eduarda. Agora ela vive só com um filho alcoólatra que nunca soube lhe dar o devido valor. Ela jogou sua boa vida fora por desconfiar da palavra de seu marido.

Augusto Astrath Ronqui

Soraia Isabela Mayer

Raphael Eugênio Peres

CONTRADIÇÕES HUMANAS.

21 outubro, 2008

 

  O conto que o leitor irá ler é para refletir. É um conto que contará o modo de viver de muitas pessoas. Nem tudo se parece o que realmente é. Pois é, amigo, às vezes associamos dinheiro à felicidade.

  Júlia era uma mulher rica, uma executiva bem sucedida, dona de uma empresa importante, tinha tudo o que desejava: roupas de grife, jóias, carros e dois filhos. Mas na realidade, ela não tinha o que mais queria: o amor de seus filhos.

  Matheus e Gabriel tinham de tudo um pouco, vídeo-games, computadores, roupas, brinquedos… Mas, eles sentiam uma falta enorme de sua mãe, que saía para trabalhar logo cedo, e voltava ao anoitecer.

  Era uma sexta-feira, à noite, quando Júlia chegou em casa exausta e foi até seu escritório ver se achava um papel que havia perdido. Ao mexer em suas coisas, viu um papel de Matheus, seu filho mais velho, em que estava escrito: ‘ Quem dera se a mamãe realmente nos amasse e se importasse conosco. Se ela parasse de nos encher de presentes e nos dar mais carinho e atenção, e quem sabe ela trabalhasse menos para passar algumas horas conosco Gabriel, quem dera… ‘

  Quando leu isso, ficou muito chateada e como já estavam chegando as férias de julho, resolveu tirar alguns dias para passear com Matheus e Gabriel.

  Na manhã seguinte, ela perguntou a eles onde gostariam de ir. Matheus disse que queria ir à Disney e Gabriel falou que não sabia. Então, fizeram as malas e em poucos dias estavam embarcando para a Disney.

  Na volta da viagem, Júlia realmente percebeu que não adianta nada você ter tudo o que o dinheiro possa comprar, se não tiver o mais importante: o amor de quem se ama.

clip_image002

Ana Beatriz Benassi

Paola Brandão

VALOR MATERIAL.

21 outubro, 2008

 

O Carro

    Roberval era um homem muito trabalhador. Recebia de sua empresa um salário bom o suficiente para sustentar a sua família que estava por vir, pois sua mulher estava grávida.

    Lá ele tinha dois amigos, Pedro e Henrique, que embora não estivessem no mesmo cargo, sempre foram amigos de Roberval porque estudavam juntos.

    Certo dia Roberval estava chegando em seu trabalho quando ouviu seus amigos dizerem que tinham ganhado um carro novo da empresa. Era um carro top de linha, tinha tudo o que você podia imaginar.

    Já Roberval tinha um carro confortável, mas que não chegava a ter a qualidade do carro de seus amigos.

    Na volta para a casa, ele começou a pensar no que tinha ocorrido naquele dia. Ao chegar, comentou com sua mulher, sobre a possibilidade de trocar de carro, mas ela não concordou, pois agora eles tinham outras prioridades.

   A partir desse dia, Roberval passou a colocar defeito em tudo que tinha em seu carro, porém estava em perfeito estado.

   Meses se passaram e em um certo dia, estava em seu trabalho, quando recebeu uma ligação de sua mulher dizendo que sua bolsa havia estourado e que estava com muita dor. Então, saiu às pressas de seu trabalho e foi socorrê-la.

    A poucos metros do hospital o carro quebrou. Na hora, Roberval ficou muito chateado porque o carro foi quebrar bem naquela hora. Por sorte seu amigo Henrique estava passando de carro e viu que ele precisava de ajuda. Pegou Roberval e sua mulher e os levou imediatamente para o hospital.

   Ocorreu tudo bem. Sua filhinha já havia nascido. O carro já nem importava mais.

   Dias depois, o chefe de Roberval o chamou para uma reunião, que fez com que ele subisse de cargo e o melhor de tudo, ganhou o tão sonhado carro.

   No final de tudo, ele parou para pensar e viu que não importava se é top de linha, ou se é simples, o que importava é que ele está ali, para tudo, para nos levar aonde quer que seja. E isso serviu de lição para que ele tenha mais cuidado com suas coisas, porque a gente precisa delas quando menos se imagina!

Daniela Fajan

Fernanda Flora